segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Além

Distante do mundo de horror
Em doce paz descansa minha alma
Não teme do mar o furor
Nem temor meu ser abala...

Canções de paz eu sinto em mim
Doces sonetos forjados na cruz
Sempre ouvirei com dulçor sem fim...
Meu filho, na cruz te redimi!

E já tão longe destas plagas aquém
No lar eterno então estarei...
Com anjos cantando e dizendo amém
ao cordeiro nas doces terras de além!

Uma Questão de fé

Aqueles que têm coragem de encarar os desafios da vida com realismo, têm a condição de vencer os obstáculos da caminhada. Não podemos ignorar as dificuldades que se apresentam nos percalços da existência com o intuito de nos fazer desistir de nossos objetivos. Se enfretamos lutas, outros antes de nós já as experimentaram e com fé em Deus foram triunfantes.

Aqueles que ao primeiro obstáculo desistem de lutar, não podem usufluir da honra de sentir o sabor da vitória. Por mais que nos pareçam intransponiveis os obstáculos desta vida, não podemos nos esquecer de que temos um Deus poderoso que sempre nos capacita a vencer todas as situações simplesmente confiando pela fé em sua palavra. Os que assim procedem, além de serem campeões, sentem em seus corações a alegria que somente a fé incute no coração.

A Bíblia Sagrada nos incentiva a imitarmos a fé daqueles que nos antecederam e, cujos exemplos, figuram na galeria dos heróis da fé. Estes homens e mulheres que estão alí registrados veceram porque não confiaram em si mesmo,e, nem tampouco em seus talentos extraordinários. Por mais dons que possuíssem ou talentos natos, tais prerrogativas sem Deus eram incapazes de lhes conferir êxitos poderosos e vitórias cabais.

Qual era o seu segredo então? Porque eles se superaram? A resposta é: eles não se estribavam neles mesmos mais no Deus Todo-Poderoso que habita a eternidade e que concede a benção aquele que nele descansa. Quando temos esta mesma convicção em nossos corações e quando deixamos que nossa vida seja inteiramente controlada por Deus, o resultado é conhecido - bençãos sem medida e vitórias incomparáveis.

Este era,portanto,o segredo desses homens e mulheres notáveis que andaram com Deus no passado e,por isso, se destacaram dos demais que não confiram no Senhor. Confiar é o requisito básico para se conquistar aquilo que é nosso por direito. Temos que nos aproximar de Deus crendo que Ele existe e que é galardoador dos que o buscam (Hb 11.6). Com esta mesma proposição em nossos corações todo e qualquer desafio é transposto e pela fé Deus é glorificado em nós.

Deus deseja que sejamos valentes na fé. Que façamos todas as coisas confiando em seu poder e graça. Assim como os Heróis da fé, ele deseja nos revestir e nos fazer guerrreiros audazes para fazermos frente às hostes de Satanas nestes tempos finais.

A escola democrática - Uma Resenha

A escola pública democrática tem como principal atribuição preparar o indivíduo para a sociedade. Capacitando-o a ser uma cidadão crítico e apto para encarar a realidade de um mundo em corrente mutação. Os valores e as habilidades desenvolvidas devem formar um cidadão pensante, afeito ao diálogo e a interação com outros indivíduos.
Os conhecimentos sistematizados na escola são pilares importantes para a solidificação e estruturação do sujeito que aprende com a realidade das mudanças paradmáticas de nosso tempo e do próprio aprendizado em si, que sofre os entraves e as ideologizações da cultura em que o sujeito está mergulhado.
O ensino de 1°grau tem como finalidade preparar o cidadão para a vivência na educação, instilando neste indivíduo o desejo da continuação nos processos de apredizagem, ou seja, permitir que este aluno possar tirar o máximo de proveito das prerrogativas que lhe são apresentadas no contexto da escola.
O 1°grau seria, dentro desta realidade educacional, o estruturador de tais indivíduos bem como o incentivador de uma continuídade de apredizagem que tem começo, mas deve continuar por toda a vida. E perceptível no texto, a abordagem da escola pública como espaço de formação coletiva que deve ter um alvo pre-estabelecido e consistente de educar e preparar homens e mulheres para atuar no mundo como atores e não como meros expectadores.
O preparo de tais atores passa pelo crivo da escola, cujo compromisso de preparar estes indivíduos assume uma questão extraordinária e precípua, uma vez que o papel dos educadores e da instituição envolvida no processo está em jogo. Portanto, é imprescindível reconhecer que todo processo de educação sistematizada precisa de um total engajamento dos profissionais envolvidos no trabalho, sejam de qual especialidade for, todos efetivamente devem estar engajados para que a coisa fucione. Caso contrário os resultados não aparecem, e, sem resultados plausíveis, não se pode ter uma idéia da relevância e eficácia do método encetado.
Todos os profissionais devem estar em sintonia para que apareçam os êxitos pretendidos com a ação pedagógica, e o sucesso é exatamente perceber a assimilação do conteúdo transmitido e a sua aplicação na própria vida dos alunos.

Pensar, uma necessidade necessária

Pensar é preciso em qualquer ocasião.Nunca devemos tomar qualquer decisão baseados em impulsos emocionais ou movidos pelo calor do momento.Como seres racionais devemos refletir muito antes de tomarmos quaisquer atitudes ou fazer certas escolhas.Muitas pessoas simplesmente quebraram a cara porque em um dado momento de suas vidas seguiram um impulso ou uma inclinação momentânea.
Vivemos em uma sociedade que abraça modismos e tendências das mais variadas e estranhas.As pessoas são levadas muitas vezes por apelos sensuais e sedutores a aceitar o que inconscientemente não desejam.E quando se apercebem do erro que cometeram é tarde demais,o estrago já foi feito.
Propagandas perniciosas,estratégias de marketing e toda sorte de chamativos emocionais são usados por orgãos de publicidade para enredar suas vítimas, que na maioria dos casos é constituida de gente simples que não tem senso crítico aguçado e nem tampouco condições de se defender dos ataques midiáticos e da influência hipnotizadora dos comerciais.
O mercado capitalista explora todas as possibilidades para conquistar clientes.Nem que para isso tenha que colocar a corda no pescoço de muitos.Com ofertas mirabolantes e preços a perder de vista em prestações intermináveis,muitos incautos sacrificam suas finanças,sua comodidade e sua família para satisfazer seus desejos consumistas que mais tarde podem trazer sérias consequencias incontornavéis.
Portanto,é necessário antes de mais nada ter bom senso e uma dose de prudência no uso do dinheiro e dos recursos disponíveis.Se um conforto é supérfluo,e pode ser deixado para depois,é necessário ter um pouco de paciência. A falta de temperança hoje, pode resultar em tristeza e sofrimento amanhã.Por isso é sempre oportuno adotar o caminho da coerência e da parcimônia,para poder estar trânquilo e confortável no futuro. Pense nisso.

domingo, 26 de agosto de 2007

LOBO OU OVELHA? EIS A QUESTÃO.

Disfarçados de inocentes cordeirinhos, escondidos sob o manto do anonimato e do silêncio, enrustidos em personalidades afáveis e cativantes, mascarados por um véu de aparente “santidade” e “piedade”, escondem-se indivíduos perigosos e cruéis, que à semelhança de lobos ferozes, não terão quaisquer escrúpulos de demonstrar o seu lado mais vil quando o momento for propício para tal.
O Apóstolo Paulo, referindo-se a um tempo posterior a sua partida para a eternidade, adiantou que lobos ferozes surgiriam e não poupariam o rebanho de Deus. Sobre isso Paulo advertiu: “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus, que Ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho” (At 20.28,29).
As suas palavras de advertência eram solenes avisos, que tinham o intuito de abrir os olhos dos fiéis sobre o surgimento de falsos mestres e ensinos destruidores, que emergiriam do seio da própria Igreja e causariam danos terríveis as ovelhas do Senhor. “E que dentre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos a si” (At 20.30).
Os apelos do apóstolo dos gentios são tão reais e atuais, que ainda podemos ouvi-los em nosso espírito, clamando aos fiéis do século 21 que estejam despertos e com os olhos bem abertos; e, acima de tudo, examinando as escrituras para não serem em nenhum momento enredados ou feitos presas fáceis de lobos vorazes travestidos de ovelhas. “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2.8).
Jesus falando aos seus discípulos deixou bem claro que pelos frutos tais indivíduos seriam conhecidos e detectados. Os ensinos do mestre demonstram com clareza que tais homens teriam um caráter duvidoso e que suas próprias ações dariam testemunho contra eles mesmos. “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis” (Mt 7. 15,16 a).
As evidências do avanço do engano e de toda sorte de desvios doutrinários dão um claro aviso a todos nós da existência de um complô das trevas nestes tempos finais visando destruir os alicerces da verdade e, também, desferir terríveis golpes contra a palavra de Deus.
Não devemos nos esquecer que o espírito do erro como precursor do Anti-Cristo está no mundo. O apóstolo Paulo afirma que este espírito atua agora sobre os filhos da desobediência. Vejamos: “Porque já o mistério da injustiça opera” (Ts 2.7). E ainda: “E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira” (Ts 2.11).
Estando sob a influência do erro, esses indivíduos se tornam potenciais instrumentos usados pelo inimigo de nossas almas para disseminar toda sorte de malefícios e enganos sedutores com o único alvo de confundir ou causar danos à verdade. Judas sobre esses apóstatas assevera: “Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para esse mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus” (Jd4).
Estejamos, portanto, precavidos e prontos para defender o estandarte da fé através da espada do Espírito. A seu tempo os lobos serão desmascarados e as ovelhas poderão descansar seguras no aprisco do bom Pastor.

Percepções do Cotidiano

Nestes últimos anos, temos acompanhado uma série de acontecimentos que por seu grau de ineditismo, tem levantado uma série de questionamentos sistemáticos sobre o que de fato estaria acontecendo ao nosso mundo. Por está razão, de todas às partes do globo se levantam questões relevantes acerca de tão intrincado problema, que sem sombra de dúvidas diz respeito a todos nós, uma vez que estamos de certa forma inseridos na humanidade.
Como poderíamos explicar, por exemplo, o fenômeno comportamental do consumismo e da busca desenfreada do prazer sem limites perceptível em nossa época? De que forma poderia compreender o impacto que tal fenômeno impõe sobre a sociedade de massa, que influenciada por todo tipo de apelo sensacionalista da mídia, adota padrões comportamentais estranhos aos comportamentos usuais defendidos como normais pelos nossos antepassados e por grande parte da sociedade conservadora?
Tudo isso que está acontecendo poderia ser explicado de um ponto de vista sociológico como apenas um modismo passageiro, como tantos outros que ao longo dos séculos surgiram e logo se foram, ou como indício claro da transição de um modelo antigo considerado obsoleto para os padrões da modernidade que dita a cada momento inovações que devem ser aderidas impositivamente por toda uma sociedade?
Estas e outras questões relevantes em nosso cotidiano, levantam indagações pertinentes a relevância do tema e das conseqüências generalizadas que tais mudanças sociais podem acarretar sobre os indivíduos em formação, que podem facilmente ser manipulados por um discurso ideológico habilmente envolto em propostas inovadoras e maquiagem de seu verdadeiro propósito.
O grande problema é que a sociedade em sua grande maioria composta por pessoas destituídas de um senso crítico, permite ser hipnotizada por propostas sedutoras e apelos irresistíveis que disfarçam uma intencionalidade maquiavélica de controlar e manipular usando-se e aproveitando-se da ingenuidade e da falta de criticidade dos indivíduos marionetizados pelo sistema manipulador dos aparatos midíaticos.
De certa forma, obviamente, existe uma condescendência ainda que indireta do poder estatal, que fazendo vista grossas ao problema, permite que ele se desenvolva ainda mais como um carcinoma maligno que lança suas metástases sobre todo tecido social já profundamente corroído pelos graves processos e rupturas político-sociais de nosso tempo. Esta anuência indisfarçavelmente cobra seu alto preço através do aumento dos casos de violência, abuso sexual, gravidezes indesejáveis e fora do tempo de adolescentes que deveriam estar estudando e nos índices de alienação social, fator contraproducente para o desenvolvimento da nação como um todo.
Os efeitos danosos da exibição de programas de baixa qualidade e a ação de propagandas tendenciosas sobre a coletividade constituem um fator de risco que agrava ainda mais as mazelas já perceptíveis em nosso país. Por exemplo: Quando uma criança ou adolescente assiste uma novela ou filme que contenha requintes de violência e cenas de sexo explícito, o poder que tais imagens tem de afetar a psique e o subconsciente de tais indivíduos é muito grande. Estas cenas podem criar uma indução a prática de delitos e a busca precoce de relações sexuais por parte dos adolescentes, como se tem visto no alarmante índice de meninas adolescentes grávidas e completamente despreparadas para a maternidade. Sem falar do número de abortos e mortes maternas resultantes de complicações no parto.
Por outro lado, nos meninos é perceptível o poder influenciador e dominador dos filmes de ação Holywoodianos, cujas imagens de assassinatos, perseguições policiais, ódio desmedido e outras cenas fortes que deveriam sofrer prévia censura do poder público, contribuem como indutor para que jovens imitando seus ícones ou ídolos do cinema se aventurem na vida real a cometer crimes, pois, afinal, não é o que dizem? A vida imita a arte.
Todavia, é o próprio Estado vistas grossas a tão aviltante e desmoralizante condição, sofre o ônus de sua negligência tendo que liberar milhões e milhões de reais para campanhas de prevenção das DSTS (doenças sexualmente transmissíveis), e também no combate a violência, sério problema social que no Brasil se tornou uma epidemia que tem causado náuseas à população e aos poderes constituídos, completamente paralisados diante do constante e significativo aumento em seus índices.
O problema brasileiro, não se restringe apenas ao da violência, existem outras questões sócio-econômicas também de igual monta a serem discutidas e tratadas com igual relevância e atenção pelos nossos representantes, afim de que assegurem maior dignidade e comodidade ao nosso povo tão sofrido. No entanto, a violência por seu grau de malignidade e subversão dos princípios constitucionais assegurados pela lei, é uma questão ímpar na pauta de atitudes governamentais que visem diminuir os indicadores de criminalidade de nossa pátria.
Podemos seguir alguns exemplos saudáveis como as medidas tomadas pelo prefeito de Nova York, Rudolf Giuliani, que com sua política de tolerância zero, reduziu os índices de crimes cometidos na cidade, antes considerados alarmantes, os quais colocavam Nova York entre as metrópoles mais violentas do mundo. Ou então o exemplo do nosso vizinho a Colômbia, que também conseguiu reduzir a criminalidade com o apoio da população, desbaratando as quadrilhas de traficantes que aterrorizavam os bairros colombianos e estabelecendo a lei e a ordem.

Já é hora do Estado brasileiro sair deste quadro de paralisia e inércia diante dos alarmantes gráficos do aumento da criminalidade. Políticas públicas eficientes precisam ser promulgadas com o objetivo fazer valer a lei e impedir que meliantes de plantão atormentem a população com seus requintes de crueldade e barbarismo. O Estado como guardião da liberdade e defensor do direito dos cidadãos deve arregaçar as mangas e impor a lei e a ordem em todos os rincões de vasto território nacional, não com medidas paliativas, mas com ações efetivas que não fiquem somente no discurso dialético dos políticos.
O povo brasileiro por sua vez deve fiscalizar e tomar atitudes cidadãs, no aspecto de impedir que o desvio de conduta de representantes do povo, eleitos pelo voto, não perpetuem maracutaias e desmandos em nome da democracia. Para tanto, é necessária uma consciência renovadora e moralizadora, que invista no saneamento de nossas instituições e na implementação de políticas que assegurem o direito inalienável do individuo a liberdade e a vida, e vida com qualidade.
UM TEMPO DE INCERTEZAS


As recentes notícias publicadas em jornais e revistas nos dão conta do grave momento por que passa a humanidade.O assunto do momento, que se tornou uma coqueluche coletiva, é a questão do aquecimento global.
Com a publicação do relatório da ONU sobre as mudanças climáticas, o assunto se tornou ainda mais debatido, com uma ampla abordagem da imprensa escrita e falada do mundo inteiro.
Segundo o painel intergovernamental sobre mudanças climáticas recém publicado por um grupo de cientistas ligados às nações unidas, as altas emissões de dióxido de carbono estariam aumentando drasticamente o clima da terra, o que ocasionará um série de conseqüências nada desejáveis nos anos que virão, com resultados dramáticos para os habitantes do planeta como o aumento dos oceanos, inundações, destruição das colheitas, êxodos em massa das populações que vivem diretamente nestas áreas de risco, perda das áreas férteis para o plantio, fome, doenças e até mesmo guerras por estoques de água potável.
Estas e outras noticias nada alvissareiras fazem parte de uma realidade que está se desenhando e que parece ser irreversível.Na verdade estamos lidando com os fantasmas produzidos pelo progresso e pela inconseqüência de nações poderosas, que dão a sua grande contribuição para tão alarmante situação de risco global que o aquecimento do planeta apresenta.
Parece que estamos assistindo ao inicio da montagem de um cenário apocalíptico, cujas cenas serão exibidas com maior dramaticidade nos anos que virão. O tempo que estamos vivendo é diferente de todos os outros tempos da história. Convém ressaltar que as evidencias deste ineditismo são perceptíveis a partir do momento que olhamos para a própria história, e damos conta que em nenhum outro século do passado as mudanças se deram tão rapidamente como neste século presente.
Desde o descobrimento do fogo à invenção da roda ao advento da revolução industrial, não percebíamos um aumento significativo de acontecimentos como em nossa época. Parece que os avanços tecnológicos se atropelam, mal recebemos uma noticia de uma descoberta e automaticamente numa velocidade alucinante, somos surpreendidos por outra ainda mais incrível do que a última. È por estes e outros aspectos que a nossa era se destaca de outras, dada a sua momentosidade e rapidez dos acontecimentos.
É fato que tais circunstancias indicam claramente que a palavra de Deus está tendo o seu fiel cumprimento e que o que está escrito, cumpri-se cabalmente não importando se os homens deste século creiam ou não nesta verdade inconteste apresentada patentemente aos nossos olhos.
Sobre o aumento da ciência e do conhecimento nos últimos dias da humanidade o profeta Daniel vaticinou: [...] “ muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará”( Dn 12.4).
Este aumento notável da ciência e do saber humanos caracteriza o cumprimento da profecia, dando inteira corroboração ao relato ou vaticínio profético proferido pelo profeta Daniel em um período remoto da história das civilizações. Quando sequer se sonhava com tais mudanças nos aspectos tecnológicos ou científicos. Uma época em que o conhecimento humano estava apenas engatinhando.
Sobre o tempo do fim é falado que seria um período de grandes mudanças e acontecimentos impares que deixariam os homens estarrecidos e inteiramente confusos dado a dramaticidade e terror que acometerão os moradores da terra.
Não quero aqui trazer um teologia catastrofista nem tampouco uma escatologia amedrontadora, mas os fatos são fatos, e contra fatos não existem argumentos. A realidade de nosso tempo é um flagrante e profundo testemunho da veracidade das sagradas escrituras e do seu fiel cumprimento. O apóstolo Pedro Declara em sua Epístola: [...] “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis, em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vossos corações. Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” ( 2 Pe 1.19,20,21).
Os acontecimentos são apenas uma demonstração plena da ação da palavra profética que deve ter irremediavelmente o seu cumprimento dentro do propósito e vontade soberana de Deus.
Na verdade Deus está chamando os homens ao arrependimento de suas más obras. As tragédias e as catástrofes são apenas meios para se chamar a atenção dos povos para a necessidade de abandonarem a ignorância espiritual e se voltarem em tem pó oportuno para o Senhor verdadeiro enquanto perdura esta atual dispensação do favor divino.
As sagradas escrituras falam de uma intensificação de fenômenos inexplicáveis e de circunstancias estranhas que ocorrerão na terra próximas ao tempo do advento do arrebatamento. Jesus deixou isso claro em seu sermão profético. Vejamos: [...] “E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo. Porquanto, as virtudes dos céus serão abaladas” (Lc 21.25, 26).
As mudanças climáticas criarão as condições necessárias para que este quadro profético seja de fato consumado. Milhões e milhões de pessoas no planeta serão afetadas pelas conseqüências deste cataclismo mundial. As palavras são incapazes de descrever a gravidade dos acontecimentos que se darão. No entanto, as previsões cientificas revelam que serão muito mais terríveis que imaginamos. Precisamos refletir e enquanto temos oportunidade, nos reconciliarmos com e nos voltarmos para sua palavra.