O conhecimento cresceu assustadoramente, sobretudo, no início do Século XX com o avanço de novas tecnologias que mergulharam a nossa sociedade em um “admirável mundo novo”de realizações. Na atualidade convivemos com inovações nunca sonhadas por nossos antepassados e com a parafernália de equipamentos cada vez mais sofisticados e confusos em sua operacionalidade. A cada instante ficamos boquiabertos com as novas descobertas da Ciência e, também, com as incertezas acerca do futuro que revoluteiam em nossa mente causando-nos certo grau de preocupação.
As perguntas são suscitadas e os questionamentos pertinentes que emergem desta problemática nos conduz a uma reflexão mais detida sobre o final que nos levará tais avanços científicos. Será que assistiremos o enredo daqueles filmes de ficção cientifica apocalípticos que retratam o extermínio da humanidade por um vírus mutante ou uma hecatombe nuclear que dará a luz a indivíduos geneticamente modificados e destituídos de racionalidade? Será que haverá sobreviventes a esta catástrofe caso ela venha a se tornar um realidade?
O que esperar do futuro? Como cristão vivo com a idéia fundamentada em meu coração de que nem uma hecatombe nuclear e nem tampouco a difusão de um vírus mutante ou bactéria incontrolável darão fim a esta civilização humana já caótica. Mas, sim, a manifestação do Dia do Senhor e a gloriosa aparição de nosso grande Deus e salvador Jesus Cristo para inaugurar uma nova era de paz e justiça eternais. Embora os últimos dias tenham levantado indagações sobre o fim dos tempos, o que estamos assistindo é apenas o teatro das manifestações do cumprimento profético e a constatação do que a bíblia de antemão já nos alertava. Por isso não nos inquietamos com o mais novo espetáculo de insanidade e da ignorância em tentar encontrar a “partícula de Deus”, ou seja, o bóson de Higgs, estrutura que estaria presente na formação do universo e responsável pelo surgimento da vida no universo a partir do Big Bang.
Será que o Big Bang de fato existiu? Por que é mais fácil atribuir ao acaso a existência do cosmos a admitir que foi obra de um Criador. Por que perder tanto tempo com experimentos bilionários com aceleradores de partículas e outras pesquisas que visam apenas tentar destruir o óbvio do Criacionismo, do que gastar todo este investimento para alimentar os famintos, vestir os descamisados, ajudar os menos favorecidos, diminuir as desigualdades sociais, descobrir novos medicamentos para a cura das moléstias; e, assim promover o bem-estar social e a paz entre as nações? Pensando em tudo isso eu só penso em uma palavra do salmista: “ Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles” ( Sl 2.4).
domingo, 14 de setembro de 2008
ADMIRÁVEL MUNDO LOUCO
sábado, 13 de setembro de 2008
O PODER IMAGÉTICO COMO INSTRUMENTO DE PERSUASÃO
É comum nestes dias de incertezas creditarem a culpa pelos infortúnios da nação a um grupo de indivíduos ou a um individuo em particular. Na busca por bodes expiatórios, são contratados especialistas nas mais diversas áreas para diagnosticar os motivos que permitiram que o desequilíbrio e a instabilidade se instalassem. No caso do Brasil, a culpa recai, sobretudo, naqueles que são os responsáveis diretos pelo nosso crescimento, ou seja, nossos governantes. O povo não quer saber das razões que precipitaram a crise ou das projeções estatísticas dos tecnocratas que se amontoam nestes momentos para dar palpites ou conselhos de última hora. Quer respostas rápidas e explicações precisas e sem rodeios sobre a situação. Se não as encontra, descarrega sua frustração no governo vigente, considerando o mesmo incompetente e incapaz de dar soluções viáveis ao problema.
No mundo da política, bem como nos bastidores do poder, joga-se com as palavras e com os números na tentativa de dar respaldo de confiabilidade a difícil arte de governar. Os números e as palavras seriam os recursos de manipulação da opinião coletiva visando o estabelecimento de uma concordância e, também, de uma aceitabilidade às medidas adotadas e às políticas implantadas. Nestes casos a impopularidade pode ser muito nociva à imagem de um governo estabelecido pelo povo. Portanto, os índices estatísticos e as palavras usadas em momentos decisivos, criariam uma cortina de fumaça que impediria a visualização dos fatos em sua realidade plena. Uma espécie de engodo para desviar do foco as atenções até que se tenha uma solução em vista.
No jogo do poder as imagens podem falar muito mais alto do que atitudes. Dentro destes limites pré-estabelecidos deliberadamente pelos mandatários à testa do governo, o poder e a influência das palavras aliadas às imagens produzem muito mais resultados satisfatórios do que discursos destituídos de valor imagético. Os publicitários conhecem muito bem o poder sedutor de tais procedimentos, e não abrem mão de usá-los como querem e na hora que quiserem, se isso de algum modo for útil para melhorar a imagem negativa de um governante ou lhe dar vantagens eleitorais.
O poder de opinião fomentado pelas imagens e a ilusão criada em torno delas pode mudar drasticamente o rumo de uma campanha, conduzindo assim pela manipulação os interesses do povo para eleger determinado candidato ou acatar determinado programa político sem quaisquer questionamentos adicionais.
Uma destas estratégias é enfocar as qualidades e as virtudes do potencial candidato dando a ele a notoriedade e a função de salvador da pátria. Uma espécie de Messias que tem uma fórmula mágica ou uma carta na manga para sacar na hora em que for preciso; e, num dado momento todos os problemas serão solucionados. Podemos constatar esta realidade do poder ilusório dos ícones criados, durante a campanha de Fernando Collor de Mello à presidência da república. Usou-se na época o poder das imagens para explorar a paixão popular e estabelecer entre o povo e o então candidato certa empatia que culminou na eleição de Collor à Presidência. A vinculação da imagem criada ao próprio personagem criado para tal finalidade eleitoral foram eficazes para alcançar os resultados pretendidos e incensar o mesmo à posição de mandatário da nação.
Com Lula não foi diferente. A exposição da imagem do sindicalista perseguido pelo governo militar no período ditatorial, ligado aos operários do ABC paulista e às lutas contra as imposições patronais renderam-lhe o reconhecimento nacional. A figura do homem pobre que luta com “unhas e dentes” para vencer na vida, e, posteriormente, alcança um lugar de destaque no cenário político da nação como líder do PT é o carro chefe para encorpar a figura do herói que supera todos os obstáculos para alcançar o seu objetivo maior. Um prato cheio na mão dos hábeis mestres da criação publicitária e da produção de resultados. Lula é um ícone criado para esta finalidade. Um pacote vendido com sucesso pelos magos da imagem e formadores de mitos.
domingo, 24 de agosto de 2008
Os Fantasmas da Nação
No Brasil de nosso tempo parece notório que o bandido virou mocinho e que o mocinho já saiu de cena há muito tempo. Sem lugar ou espaço no imaginário coletivo dos neuróticos e paranóicos brasileiros espalhados por este vasto país, parece ter se mudado para um rincão desconhecido ou um grotão riscado do mapa. Os heróis, com poucas exceções, são raros nestes dias de Deus-nos-acuda. A glamourização do bandido é um fator não tão novo assim, é um fato que já nos acompanha já de longa data, e que de certa forma está incrustado na mente de muitos cidadãos esquecidos pelo poder público.
Enquanto o Estado não assegura ao povo as devidas condições mínimas de existência, por outro lado, percebe-se o aparecimento de um pseudo-estado com leis e normas estabelecidas, que cerceiam as liberdades, impõem o seu poder e que dita o que deve ou não ser aceito ou praticado por uma comunidade. Este estado paralelo age em grande parte com a conivência de nossas autoridades já enfraquecidas com discursos balofos e políticas equivocadas que só ficam no papel e nunca são postas em prática.
O que dizer deste retrato absurdo apresentado todos os dias pela imprensa sobre o controle exercido pelas milícias e traficantes que controlam as favelas do Rio de Janeiro? O que falar desta rotina medonha de dominação impetrada por estas quadrilhas ou grupos armados que espalham terror e impõem respeito através de extorsão, coerção e ameaças? O direito de ir e vir assegurado pela constituição inexiste nestas condições e o governo insiste no mesmo discurso frívolo de sempre, sem mostrar ou esboçar qualquer reação a este lamentável quadro de subversão das leis por uma minoria.
Assistimos impacientes o desenrolar dos fatos e atônitos nos perguntamos quase que ininterruptamente: Até quando o crime vai prevalecer? Quando os moradores destas localidades poderão circular livremente pelas ruas e favelas de sua comunidade sem serem alvejados por balas perdidas provenientes do enfretamento de polícia e tráfico? Estas perguntas precisam ser respondidas. Quem se atreveria a respondê-las?
Nossos candidatos novamente adotarão os mesmos discursos melodramáticos de sempre e usarão slogans dos mais diversos. Pura pirotecnia demagógica. No fim das contas todos esbarrarão no velho marasmo e inércia já de antemão conhecidos por todos nós. Usam estes discursos falaciosos para embevecer e ludibriar alguns muitos incautos e, depois de convencê-los a votar neles, somem do mapa sem dar quaisquer satisfação aos seus eleitores.
Enquanto isso na favela, nos grotões esquecidos e nas periferias carentes o povo continua gemendo sob a pressão dos problemas velhos de sempre e também sob o látego das dificuldades de sobrevivência, fazendo malabarismos para driblar a miséria e conseguir ainda que escassamente, o pão de cada dia à duras penas. Pobre na verdade no Brasil têm apenas dois direitos reconhecidos por todos: o direito de nascer e o direito de morrer. Mesmo assim muitos pobres coitados terminam suas vidas mesmo é na indigência. Desconhecidos de nossas autoridades e muitas vezes tendo que contar com a solidariedade de alguém ou de algum político doador de benesses para ter nem quer que seja um enterro digno.
Os políticos tinha que ter vergonha na cara. Coisa que eles não têm. Os descarados se elegem, e, depois somem do reduto que lhes elegeu. Abandonam às traças sem qualquer pudor os que foram responsáveis pelo seu êxito. Eu acho, desculpem-me a expressão, ou brasileiro é muito burro ou sofre de amnésia. É admissível aceitar que novamente as mesmas figurinhas que deixaram a desejar em suas políticas para o povo voltem a ocupar cadeiras políticas novamente. É no mínimo um contra-senso reconduzir esta corja de larápios ao legislativo sem qualquer análise prévia de sua conduta anterior. Mas, como neste Brasil tudo é possível. Qualquer hora desta voltaremos a ter novamente indivíduos como Fernando Collor de Mello na presidência, mesmo depois de tudo o que aconteceu no passado. Como também Roberto Jefferson, entre outros, novamente conduzindo o processo político nacional.
Como já foi dito anteriormente os bandidos agora desfilam de bons moços como se nada tivesse acontecido. Sem qualquer parcimônia voltarão a nos bombardear com seus discursos tacanhos num verdadeiro aparato demagógico. E nós seremos obrigados a engoli-los mais uma vez assumindo as nossas legislaturas. O célebre bordão de Boris Casoy soa oportuno nesta conjuntura em que atravessamos: “ Isso é uma vergonha!
Os Umbrais da Eternidade
H enry Parry Liddon
A estrada dos peregrinos neste mundo por vezes se mostrará sinuosa e inóspita. Perigos incontáveis se mostrarão a cada curva. Uma surpresa inesperada de cada vez e, em meio a duras provas e perseguições impingidas por algozes invisíveis ou não, o viajor terá, enfim, a visão da glória sempiterna. O pensamento pode ser traído por imagens disformes de miragens enganadoras; mas, de súbito, num rompante inesperado os portais de Sião não serão mais desconhecidos. Estarão ao alcance dos olhos como um tesouro recém-descoberto por aventureiros.
Há na trilha perseguida por todos nós, lampejos de esperança que transcendem os desejos da alma e pervadem de gozo o coração ofegante pela eternidade. Palavras e atos se perdem no vácuo de apelos terreais e se despem de sentido quando verdadeiras sensações etéreas nos envolverem como que num abarcar de emoções nunca vivenciadas. Nós, reles mortais, não conhecemos o infinito, o eterno, o imorredouro. Transpor os umbrais do mundo através da morte será contemplar o novo, o mistério dos mistérios inconcebíveis aos homens.
Esta perspectiva, no entanto, pode ser vista como loucura por alguns, devaneio por outros, ou utopia religiosa para aqueles que procuram com todas as forças de sua incredulidade esmaecer com suas dúvidas os anelos mais salutares sobre o céu. Todavia, o vociferar dos incréus não pode roubar o esplendor da cena deslumbrante que será comtemplada em um só momento inédito, quando ao se fechar os olhos neste mundo, o peregrino se deparar com a visão esplendida de uma terra áurea de encantos imortais.
Oh! Meu espírito já pode ouvir aquela música maviosa. O dedilhar de harpas angelicais. O ecoar de vozes de júbilo que em coro uníssono elevam louvores de gratidão ao Cordeiro. Eu posso ver ainda que distante, os rumores de uma nova aurora e o resplendor de uma manhã sem nuvens. Eu os vejo trajados de branco em alvor divinais já distantes das dores e cuidados de aquém. Não tenho palavras. Estou em êxtase. Meus sentidos vibram com a visão majestosa!
Aquela manhã trará consigo suas bênçãos. Ver-nos-emos incólumes e destituídos de valores deste mundo. Nossas vidas inteiramente tocadas pelos raios de um novo sol não mais sentirão o peso dos lavores de outrora e, nem tampouco o fragor das tribulações deste século mal. Não mais me viverei em dor, ou desamparado, ou humilhado em meu espírito pelo fardo do tempo. Estaremos livres das paixões da natureza adâmica e dos malditos sinais da queda, que precipitaram a humanidade no caos.
Ali serei poupado de preocupações e angústias traiçoeiras. Então saberei que era conhecido por aquele que sempre me conheceu. Em apenas olhar saberei que sou amado, querido, bem—vindo ao lar. Ah! Se só por um momento nos detivéssemos a imaginar aquela terra. Ah! Se déssemos ouvidos aos apelos do mestre. Então nosso ser seria absorvido pela glória e da certeza implacável de um novo mundo no qual habitam a justiça e a retidão – as regiões da santidade.
Pensem nas multidões dos santos unidos pelos séculos dos séculos. Miríades de miríades. Incontáveis faces radiantes refletindo o vigor da incorruptibilidade e o viço do verdor de uma nova afeição. Uma personalidade divinal, moldada à semelhança do caráter imaculado de nosso Senhor Jesus Cristo. Provenientes de todos os rincões da terra. São os salvos pelo cordeiro das inumeráveis regiões do globo. Agora feitos herdeiros do altíssimo e participantes de sua semelhança.
Já posso ver os cristais e os sorrisos daqueles que de novo se reencontraram depois da longa espera no sono da morte. Por fim despertados pelos clangor imponente das trombetas do Senhor, são em um dado momento reunidos à família dos justos para viverem para sempre a bem-aventurança. Outrora choraram; agora sorriem. Outrora dispersos pelo mundo; agora reunidos como filhos amados. Outrora desconhecidos; mas agora conhecidos. Outrora em vergonha e ignomínia; agora em glória e dulçor. Seus rostos não são mais da terra. Seus corações não mais gemem. Estão mergulhados em amor diante daquele que os amou ainda antes de tudo existir.
Que magnífica visão dos santos! Todos redimidos reunidos para sempre na terra imortal. Distantes dos infortúnios e desvarios do orbe, agora descansarão imersos na santidade das plagas luzentes da mui feliz Jerusalém. Antes eram peregrinos e desterrados em um mundo que os odiava. Entretanto, ao transpor os umbrais eternos se vêem abraçados e acolhidos pelo amor incomensurável do Eterno. Estão de volta ao lar. São agora cidadãos da cidade de Deus.
As solenidades serão indescritíveis. Nossas palavras se perdem no transcendental deslumbre dos campos infinitos onde a alegria e a paz serão irmãs num conclave de perfeitas harmonias celestiais. Os dignitários pela graça benfazeja do calvário serão condecorados por sua lealdade ao cordeiro. O Senhor se comprazerá deles com ternura.
Autor: Presbítero Geovani Figueiredo dos Santos
domingo, 18 de maio de 2008
A MORTE DE TODOS NÓS
Vemos esta realidade todos os nossos dias pintadas em cenas chocantes. A morte do vizinho, do parente, do amigo, do pobre, do ilustre etc,. E, todos os dias, somos forçados a reconhecer que este mundo por mais admirável que pareça ser é um vale doloroso de lágrimas.
Assim como morre o animal, como disse Salomão, morre também o homem. O primeiro como ser irracional extingue-se, o segundo como ser criado a imagem e semelhança do Deus vivo,e, portanto, possuidor de uma alma imortal segue a juízo conforme nos declara Hebreus 9.27: " Porque aos homens está ordenado morrerem um só vez, vindo depois disso o Juízo".
Esta frase nos leva a consideração de nosso estado diante de Deus quando do momento de nossa partida para a eternidade - salvos ou perdidos. Se recebemos a Jesus em nossas vidas e a justificação pela fé ou se vivemos indiferentes a essa verdade bíblica durante toda a nossa existência neste mundo.O que vai fazer a grande diferença no final de tudo é se tivermos feito a melhor coisa, ou seja, recebido o dom inefável de Deus, Jesus Cristo, em nossos corações. Caso contrário, estaremos irremediavelmente perdidos. Sem esperança e fadados a uma eternidade de horrores para sempre longe do Senhor.
Aos vivos sempre haverá uma esperança de reencontro com aqueles que se foram. Se os que partiram, partiram com a esperança da salvação guardada em seus corações pela confiança nos méritos exclusivos de Jesus Cristo, nosso Senhor. Porém, não se pode dizer o mesmo dos que morreram sem esta certeza. O reencontro só será possível aos que crêem na esperança da ressurreição.Os que confiam no poder da morte e ressureição de Cristo tem toda a convicção do Espírito Santo em seus corações. É esta convicção que nos faz serenos diante da efemeridade da vida e tambem diante do último inimigo a ser vencido por nós: a morte.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
SINAIS DOS TEMPOS ( PARTE 1 )
O grande conflito descrito aqui não é um conflito que exige aparato bélico convecional. A luta aquié travada em uma outra dimensão, ou seja, a dimensão de alma e espirito. Nesta batalha qualquer tentativa humana de êxito não surtirá efeito algum, uma vez que o inimigo é invisível. Esta peleja envolve também o intelecto dos seres humanos. Para tanto, satanás, o arquinimigo de Deus,se lança ferozmente numa investida renhida contra a Igreja e contra todos aqueles que são chamados pelo nome do Senhor.
Na atualidade, os eventos que demonstram a aproximação da volta de nosso Senhor Jesus estão mais do que adiantados e as evidências cabais que corroboram esta verdade se descortinam com rapidez impressionante. Nos bastidores dos acontecimentos mundiais encontraremos as manifestações do poder de Deus atuando em favor dos homens e pelo cumprimento de suas palavras proféticas. No entanto, enquanto Deus está pelejando pelas almas dos homens, o Diabo mais do que nunca arma suas estratégias destruidoras para enredar os homens com o erro e afastá-los mais da presença do Eterno.
Nunca em nenhum momento da história nos deparamos tanto como o engano religioso do que em nossos dias. A religião virou sinônimo de lucro para muitos, que no afã de satisfazer os desejos de seu coração, locupletam-se em sua torpe ganância lançando um fundamento de obras falsas e seduzindo multidões com um falso Evangelho de perdição. As palavras do apóstolo Paulo ecoam altissonamente: "aquele que lançar outro fundamento, sobre o verdadeiro fundamento, o qual é Cristo, será esmiuçado". A falta de temor e tremor diante das coisas sagradas é um afronta ao Deus Santo, e tal comportamento não ficará sem punição.
Igrejas são levantadas da noite para o dia em nossas cidades. As denominações ditas evangélicas proliferam desenfreadamente e disputam entre si os fiéis. Em alguns casos brigam entre elas numa verdadeira'pescaria em aquário alheio'. Quais são as pretensões de tais líderes ao fundarem mais uma igreja entre as tantas que já existem? Será que o objetivo deles é puro ou ímpuro? Desejam levar as almas para o céu atravésdo ensino da palavra ou querem apenas participar dos lucros financeiros provenientes das contribuições dos mesmos e dos seus dízimos?
Estes e outros questionamentos revoluteiam em nossa mente e nos chamam a atenção para uma realidade ainda mais profunda que é a existência de uma profunda crise de valores no meio dito evangélico. Estas igrejas em sua grande maioria surgem da dissidência de lideres eclesiásticos que insatisfeitos com sua denominação de origem, decidem fundar uma nova igreja e assim ser mais independentes. Tais líderes muitos dos quais sem qualquer preparo teológico, aumentam as estatísticas censítarias sobre o crescimento desordenado do númerode denominações evangélicos sem quaisquer estrutura eclesial ou fundamento bíblico sólido. Isso é um fator preocupante porque o que esta em jogo são vidas que são preciosas ao Senhor Jesus Cristo, e que podem estar sendo desencaminhadas do caminho da verdade por espertalhões mercenários e por charlatães de plantão que sem quaisquer escrúpulos não pouparão esforços para se beneficiarem com a credulidade alheia.Uma pergunta pode ser levantada diante de tais fatos. Não estaria Satanás por de trás destes litigios entre irmãos que acabam por criar divisões que dão origem a novas igrejas sem qualquer estrutura? Não estaria o inimigo com isso criando nos corações dos incrédulos uma fortaleza de incredulidade contra a própria instituição cristã? Como explicar o fenomeno dos 'desigrejados' e daqueles que resistem ou rejeitam ir a igreja?
PALAVRAS REAIS
Em alguns caminhões que cruzam as nossas estradas Brasil afora,é comum encontrarmos cartazes que trazem frases das mais diversas. Uma dessas frases chamou-me a atenção por conter a seguinte inscrição: "Cuidado! Em caso de arrebatamento este veículo ficará desgovernado". Meditanto sobre ela,podemos levantar alguns questionamentos importantessobre este acontecimento que sem sombra de dúvida deixará o mundo e os seushabitantes completamente desnorteados.
Os que não conhecem a Bíblia não tem idéia do significado da palavra arrebatamento,isto porque é uma palavra teológica que designa aquele momento divinal em que a igreja de Cristo será tirada da terra. Quem não entende Escatologia ou não está familiarizado com este termo não terá idéia deste fato. Isto indica claramente que este mundo não estará preparado para este momento, mas somente aqueles que receberam a Jesus e a sua palavra.
Desta forma posto, podemos ter a compreensão de que o arrebatamento será para os crentes. Não participarão dele ninguém que não tenha um comprometimento sério com o Senhor. Quandoa trombeta de Deus ecoar nos céus, os cristãos de todos os rincões da terra serão trasladadospara um lugar entre a terra e os céus, onde encontrarão com o Mestre e todos os que morreram em cristoao longo dos séculos da história.
Estas palavras podem parecer loucura para os céticos. No entanto, se cremos que Jesusé verdadeiro e as suas promessas são fiés,não teremos qualquer duvida em aceitar que oevento do rapto da noiva do cordeiro se dará realmente, e todos nós os que cremos participaremos dele. Nós, crentes,temos a testificação do Espírito Santo e,portanto, jamais seremos abalados pelas atitudes escarnecedoras daqueles que não crêem.
O apóstolo Pedro declara que nos últimos dias surgiriam zombadores que fariam pouco caso da vinda do Senhor. Vejamos:"sabendo primeiramente isto,que nos útimos dias virão escarnecedores,andando segundo as suas próprias concupiscências e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda?Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação? Eles vonluntariamente ignoram isto" ( 2 Pe 3.3,4,5b). Paulo seguindo a mesma linha de advertência acrescenta que os homens naturais consideram como loucura as coisas espirituais,daí a relutância dos incrédulos em dar razão ao relato inspirado das sagradas escrituras. Mesmo diante de tantas evidências, tais indivíduos persistem em sua contumácia de não dar crédito a palavra de Deus.
Pode parecer fantástico, irreal, utópico aos olhos dos demais mortais. Mas, é genuína a promessa da vinda do Senhor Jesus Cristo.Dela farão parte todos que os crêem e a amam de todo o seu coração.Foi o proprio Jesus quem disse: "virei outra vez"(Jo 14.3). Portanto, num momento em que nós não conhecemos nosso salvador virá e cumprirá a sua promessa. Paulo declara:"Porque o mesmo Senhor descerádos céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor nos ares"(Ts 4.16,17).
Quando este advento se der, este mundo será envolto em densas trevas de obscuridade. Os dias que se seguirão após o arrebatamento serão de indescrítivel domínio do mal e ação de Satanás personificado na figura do anticristo. Serão os dias mais terríveis da história humana. Que o Senhor nos livre dele por sua graça e misericórdia.